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Segurança Na Escola: Como Evitar Tragédias Como a Do Massacre No Rio?

























Homem entra em escola no bairro de Realengo, no Rio de Janeiro, atira, mata 11 crianças e deixa 20 feridos. Essa notícia mais comum no noticiário americano chocou o país levanta novamente a questão da segurança na escola. Como evitar tragédias como essa que ocorreu no Rio?

O atirador tinha 23 anos, era ex-aluno, entrou pela porta da frente portando uma carteirinha da escola e alegando que iria ministrar uma palestra. O assassino estava armado com dois revolveres e muita munição, foi entrando nas salas e atirando na cabeça e tórax das crianças. Dois alunos conseguiram sair da escola, feridos, conseguiram pedir socorro. Um policial, Sgto. Alves, foi o primeiro a entrar na escola, localizou e baleou o bandido na perna que se suicidou em seguida.

Violência e educação
A violência é o reflexo de uma sociedade que não valoriza a educação em seus princípios básicos. Fale-se em ética, mas não pratica-se.
Qual o exemplo que damos às nossas crianças? Em todos os aspectos, ao atravessar a rua, ao reclamar do trabalho, ao procrastinar tarefas, nos casos menos graves e ao portar uma arma, agredir um membro da família ou consumir drogas, nos de gravidade maior. O tempo todo praticamos pequenos ou grandes delitos bem na frente delas, depois empurramos essas crianças para escola e ficamos na expectativa de que lá tudo será resolvido. A escola tende a reproduzir o que ocorre na sociedade em que está inserida.
Professores não são responsáveis pela educação das crianças, são responsáveis por sua escolarização!
Por outro lado, é preciso ficar atento à violência velada dentro da escola, aquela em que o professor faz vista grossa e às vezes é conivente. Como a que meu filho sofreu na pré-escola e que já relatei aqui. A violência pode e deve ser tema de discussões, deve ser coibida nas escola, mas não se pode esperar que a escola resolva o problema da violência, pelo menos não a curto prazo.


























O caso ocorrido em Realengo, no Rio de Janeiro, tem algumas características que podem nos fazer refletir. Nada justifica os atos desse atirador, mas com certeza ele teve motivos para uma atitude tão extrema. Há vários indícios de que foi um crime premeditado, o assassino portava duas armas, muita munição, escolheu sua escola como alvo e atingiu predominantemente meninas.
O que houve na vida escolar desse indivíduo que culminou nessa tragédia? Foi vítima de bulling? Foi vítima de abusos por parte de professores? Teve problemas de relacionamento com colegas de escola, predominantemente com meninas? Poderia listar aqui uma série de suposições. O fato é que qualquer uma delas não poderiam ter ocorrido em ambiente escolar, mas acontecem.


Crianças que sofrem discriminação e violência podem desenvolver um comportamento igualmente discriminatório e violento, quando essa criança tem um fator genético que favoreça o desenvolvimento de patologias mentais, junta-se a fome com a vontade de comer e o resultado pode ser uma tragédia como essa ocorrida na escola do Rio.


Como evitar tragédias como a de Realengo no Rio?

A médio longo prazo a solução pode estar dentro da própria escola que formando cidadãos éticos e cientes de seus deveres o obrigações, construirão uma sociedade melhor . Esses cidadãos criarão seus filhos com valores diferentes dos atuais que irá culminar na diminuição da violência.

E enquanto essa escola dos sonhos não chega, precisamos combater a violência com medidas de segurança mais efetivas.

  • Há quem defenda a instalação de detectores de metais e aparelhos de raio x em escolas com mais de 500 alunos por período, inclusive há um projeto lei para ser votado sobre o assunto.
  • nstalação de barreiras ou catracas para acesso à escola que seriam liberadas mediante cartão de identificação ou com parâmetros biométricos, como a digital.

  • Na impossibilidade do controle ser eletrônico, mudar a cor e o desenho da carteira de identificação do aluno anualmente.
  • Uso obrigatório de uniforme.
  • Entrada de visitantes por portão diferente da entrada de alunos.
  • Área administrativa separada por barreiras (portas) da área onde circulam alunos.
  • Controle minucioso, com registro, de qualquer pessoa estranha ao ambiente escolar que venha a entrar na escola, incluindo pais, médicos, professores visitantes etc

E você, Tem alguma sugestão? Deixe um comentário.
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Morre: Elizabeth Taylor- A "Cleópatra" Dos cinemas




A atriz Elizabeth Taylor morreu em los angeles nesta quarta feira (23) aos 79 anos vítima de insuficiência cardíaca. A dois meses  que a atriz estava internada e  vinha lutando  contra  problemas cardíacos.  Em  2009 a atriz fez uma cirurgia para substituir uma válvula com defeito no coração. Elizabeth Rosemond Taylor nasceu em 1932, em Londres, Inglaterra. Conhecida como Liz Taylor, iniciou a carreira artística aos dez anos, logo depois de se mudar para os Estados Unidos.


atriz participou de filmes como Um lugar ao Sol, com o ator Montgomery Clift; Assim Caminha a Humanidade, com Rock Hudson. Nessa década fez ainda A Última Vez Que Vi Paris, ao lado de Van Johnson e Donna Reed. A atriz ficou marcada nos cinemas como a eterna "Cleópatra".Ganhadora de três Oscars ninguém duvida da importância da atriz  Liz Taylor para o cinema mundial.

Ela foi uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos. Sua marca registrada sempre foram os traços delicados e os olhos cor azul-violeta e muita gentileza para com seus fãs. Em 2000 a bela atriz recebeu o título de Dama do Império Britânico, concedido pela rainha Elizabeth 2ª.

Elizabeth Taylor foi um Anjo Abençoado que se destacou nesta vida. Lutou em defesa dos animais e foi  preponderante em causas humanitárias como sua luta diária pela erradicação da Aids. 






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Helicópteros fracassam na tentativa de reduzir radiação.

      

Aeronaves despejaram água do mar sobre reatores 3 e 4 a fim de resfriá-los



O Japão corre para evitar uma tragédia nuclear ainda mais devastadora. Na manhã desta quinta-feira (horário local), helicópteros do exército japonês revezaram-se na tentativa de resfriar os reatores 3 e 4 da usina de Fukushima. 
A operação, que só pôde durar 40 minutos por causa dos elevados índices de radiação, concentrou-se sobre o reator 3, alimentado por plutônio em vez de urânio e que por isso apresenta um potencial destrutivo maior em caso de vazamento.
O porta-voz do governo Yukio Edano avaliou como satisfatória a tentativa de resfriar os reatores com os helicópteros, mas a Tepco, empresa que gerencia a usina, afirmou que os índices de radiação continuam altos na região de Fukushima - 3 mil microsievert por hora (uma exposição considerada segura é de mil microsievert por ano).
Nas próximas horas, caminhões-pipa do Japão e dos Estados Unidos devem lançar jatos de água sobre os reatores a uma distância considerada segura pelos técnicos da usina. "Essa operação tem que dar certo", declarou um engenheiro da Tepco à televisão japonesa. 
A urgência com que as equipes trabalham se explica pelo risco de fusão das varetas de combustíveis. Nesse cenário, os níveis de radiação liberados na atmosfera seriam altos o suficiente para impedir qualquer aproximação dos trabalhadores, além de configurarem uma tragédia semelhante ao que se viu na usina soviética de Chernobyl, em 1986. 
O plano de emergência do governo japonês para estabilizar Fukushima prevê ainda a instalação de um sistema paralelo de resfriamento dos reatores por meio da água do mar. Uma outra equipe centra esforços na tentativa de restaurar o conjunto original de bombeamento, avariado pelo tsunami. Mesmo que debilitado, o sistema poderia controlar a temperatura nos reatores menos instáveis, como o 5 e 6.